“Eu não sei para onde deveria levar essa empresa, mas sei que se tivermos as
pessoas certas, fizermos para elas as perguntas corretas, e incentivá-las para
um crescimento constante, certamente descobriremos um jeito de fazer esta
empresa excelente.”
Dick Cooley
Empresas vencedoras e excelentes, com projetos inovadores estão em discursos por
toda parte por diretores de empresas, mas certo é que o marketing pode ser maior do
que a dura realidade da “utopia”. A utopia da empresa ideal, imaginária e fantástica,
que impede de ver a empresa real, descompromissada, individualista e longe de
encontrar perenidade.
“Eu sou Spartacus!” “Eu sou Spartacus!” gritaram os gladiadores da milícia aos
soldados da Legião Romana quando, foram encurralados para a batalha final. Embora
houvesse um homem chamado Spartacus, todos estavam unidos em torno de um
projeto e os soldados romanos não encontraram o Spartacus, mas o “espírito de
Spartacus.” As empresas pregam que todos devem ter o mesmo objetivo, mas as
vozes que ecoam nas organizações nem sempre falam desse “espírito do comum”.
São diretores que não conseguem gerar nos colaboradores “amor pelo projeto de
empresa”, nem motivação, e funcionários que não conseguem ser comprometidos em
executar “a coisa certa”. Afinal o que é a “coisa certa”?
A “coisa certa” a fazer pode ser resolvida com treinamentos. “Espere, mas houve
palestra e treinamentos este ano!” Alguém se esqueceu de avisar do problema da
Síndrome de Dori: o peixinho companheiro do filme Nemo que lembrava e esquecia.
Então, estão pensando por aí que desenvolvimento é feito apenas com uma ou outra
palestra e alguns treinamentos conceituais, mas é preciso dizer que na empresa real a
cultura de desenvolvimento é que forma. É um conjunto que cuida de gente em
constante desenvolvimento. Aprendizado e prática. Para não lembrar e esquecer é
preciso ser contínuo.
A utopia da ética!? Houve gente que talvez pensasse em sugerir a Felipe Massa que
“tudo valia para ser campeão”, mas o valor de um campeão se mede pelas atitudes.
Maturidade e espírito esportivo não se encontram “em qualquer esquina”. Felipe
Massa se superou, embora sua “empresa” tenha cometido erros. Lewis Hamilton se
superou, embora tenha perdido o título, no ano anterior, com erros “infantis”. As
organizações dirigem o discurso “vendam, vendam, vendam...”. O que aconteceu que
alguns patinaram na qualidade da venda: existe este negócio de devolução,
insatisfação, cancelamento, “empurra a qualquer custo”? Importante é que somos
fantásticos porque vendemos. É preciso olhar para os campeões de venda e ter a
certeza de que estão com o “espírito Massa” de agir. Bom é dar uma olhada na
mensagem que está sendo enviada para este pessoal, na palavra, nas ações e nos
exemplos.
É hora de “estalar os dedos” e acordar! Existe uma empresa real a ser transformada
em empresa ideal e esse ideal precisa ser cultivado no coração dos colaboradores que
apaixonados e comprometidos irão plantar o encantamento no coração e na mente de
todos que, com ela, se relacionarem.
Gregório Ventura - Administrador de Empresas / Analista Quântico
Site: www.gregorioventura.com

Já imaginou uma apresentação onde você lida de maneira simultânea com textos, imagens, vídeos, sons tendo a oportunidade de “brincar” com eles, modificando-os, reorganizando-os, enfim, interagindo com ela?
“Se encaramos o trabalho como missão e não como obrigação, ao invés de gastar energia vamos absorver energia.”
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