IVAN AMARAL GUERRINI
Editora All Print
Como físico, vibro ainda em ser um professor de Física, mas diferente de antes, prefiro com a physis dos gregos, o encantamento pela natureza. Já foi o tempo da Física Clássica.
Sinto-me unificado à natureza ao ensinar e aprender sobre essa physis, tendo como orientação os princípios mestres dos filmes "Adeus Mr. Chips", "Sociedade dos Poetas Mortos" e "Patch Adams".
Acho que, com o tempo, acabei virando um filósofo, um questionador otimista e inquieto da vida, um buscador de respostas profundas, um livre-pensador espiritualizado e espirituoso, que adora escrever e falar sobre esses temas interconectados à Física Quântica. Sei que corro o risco de ser chamado de esotérico, de não cientifico e até de charlatão, pelo fato de ter abandonado o cômodo e limitado barco da ciência e da religião clássica. Mas hoje eu sei que viver é correr riscos.
Não há como abrir mão dos riscos numa vida que se intensifica e se torna plena no limiar do caos.
De mais a mais, ficar no clássico não garante nenhuma distância do charlatanismo. É preciso ousar e criar com alegria na educação. Não dá para ser feliz e ter sucesso sendo servos inúteis e fazendo somente o que devia ser feito.
Já imaginou uma apresentação onde você lida de maneira simultânea com textos, imagens, vídeos, sons tendo a oportunidade de “brincar” com eles, modificando-os, reorganizando-os, enfim, interagindo com ela?
“Se encaramos o trabalho como missão e não como obrigação, ao invés de gastar energia vamos absorver energia.”
Editora Aleph promove workshop de Amit Goswami com apoio da Universidade Quantum.
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