É preciso automotivação para motivar
Publicado em Inspire-seMotivação, uma das palavras mais importantes e desafiadoras no dia a dia de pessoas, empresas, profissionais, líderes e gestores. O grande desafio? Manter talentos motivados a performarem. Saber do potencial de determinada pessoa, dar espaço e ferramentas para que ela possa alcançar seu potencial. Um talento não aproveitado pode gerar perda de produtividade, desânimo e, consequentemente, poluir o ambiente de forma viral.
Tênis ou frescobol. Quem se importa?!
Publicado em Inspire-seOntem, 09/04, tive o privilégio de assistir a pré-estréia de um filme que promete ser um agente transformador de gente. Chama-se “Quem se Importa?”, de Mara Mourão (Cientista brasileira premiada e autora de curta e longa metragens de renome mundial).
Professores defendem que ensino de letra de mão, banida em Indiana (EUA), ajuda a assimilar significados e desenvolver personalidade
Por Marina Morena Costa
“Que letra feia!” Os recados dos professores para que alunos escrevam com letra legível estão com os dias contatos no Estado norte-americano de Indiana. O governo tornou opcional o ensino da letra cursiva (de mão), que deverá ser banido definitivamente nos próximos anos e em outros 40 Estados, que integram uma iniciativa de padrão comum de currículo escolar. Para educadores brasileiros, a mudança não deve ocorrer por aqui, pois, diferentemente dos EUA, computadores e tablets estão longe de substituir totalmente caneta e papel.
Ambição pode ajudar na sua carreira profissional
Publicado em EducaçãoSegundo presidente da APPAL, Associação de Psicologia Positiva da América Latina , a psicóloga Daniela Levy, “empresas valorizam a ambição e buscam pessoas motivadas, com iniciativa e que correm atrás de suas metas.”
Em "Gestão de pessoas não é com o RH", o consultor José Luiz Bichuetti não é provocativo apenas no título. O autor reserva uma boa dose de crítica para abordar o tratamento das relações humanas e hierárquicas oferecido hoje nas empresas.
A primeira conclusão é incontestável e amplamente aceita no mundo corporativo: as pessoas são a alma do negócio e as responsáveis pelo êxito das companhias. Muitas empresas, porém, só se dão conta quando adquiriram o status de "lugar nada bom para trabalhar" ou perderam posição de mercado.
Fazer com que as pessoas que trabalham com você produzam o melhor que elas podem oferecer é, certamente, um dos maiores desafios das empresas. As pessoas buscam felicidade profissional, almejam bons salários, buscam permanente motivação para alcançar metas e querem estar satisfeitas no ambiente de trabalho.
A área de Recursos Humanos apresenta-se como parte estratégica nessa busca da felicidade profissional. O objetivo não é simples, mas gera resultados extremamente positivos para a produtividade das empresas. O primeiro passo desse desafio é transformar, na equipe, o conceito de empregados para colaboradores.
Por empregado, entende-se um profissional contratado para realizar determinada função. De certo modo, uma relação de pouco engajamento com o “querer crescer” junto com a empresa. Os colaboradores, por outro lado, trazem um significado de maior engajamento e responsabilidade com os objetivos, porque fica subentendido que quem colabora também cresce.
Mudar o espírito da equipe requer tornar produtivo o relacionamento na empresa: maior assertividade no processo de seleção e recrutamento, estudo de clima organizacional, criação de métricas para promoção de cargos e salários, entre outras possibilidades na gestão de pessoas.
O Método Quantum é uma abordagem de autoconhecimento que revela características de comportamento, auxiliando a identificação de quais são os talentos da sua equipe e como desenvolver habilidades nela que contribuam para melhorar a produtividade da sua empresa.
Investir na qualidade do capital humano é investir diretamente na qualidade de seu produto ou serviço. Nós, do Método Quantum, estamos à disposição para ajudar neste desafio.
A pergunta que mais ouço é: qual o caminho mais seguro para uma empresa aumentar sua produtividade e lucratividade? A minha resposta: os líderes deveriam gastar no mínimo 30% de seu tempo contratando, treinando e avaliando pessoas. Tomo emprestada a metáfora do consultor Jim Colins, que diz mais ou menos o seguinte:
Se a empresa fosse um avião, o comandante deveria ter quatro prioridades:
1- Embarcar as pessoas certas e desembarcar as erradas;
2- Colocar as pessoas certas nos lugares certos;
De acordo com uma pesquisa do site Trabalhando.com, na hora de procurar um emprego, a maioria dos trabalhadores brasileiros considera um bom ambiente de trabalho mais importante que a remuneração.
Para o estudo, foram entrevistadas 390 pessoas entre janeiro e fevereiro. Destas, 52% responderam que a relação amigável entre colegas e patrões afeta diretamente o comportamento e a produção no trabalho, além de interferir na questão motivacional – afinal, quem vai ter ânimo para trabalhar com pessoas das quais não gosta?
Provavelmente a motivação é um dos temas mais falados no meio corporativo. Quantas vezes já ouvimos frases como “ele está desmotivado”, ou “o que falta para essa equipe é motivação”, ou ainda “ela está super motivada”. Vamos lembrar o que realmente significa motivação?
A motivação é uma força interior que se modifica a cada momento durante toda a vida, que direciona e intensifica os objetivos de um indivíduo. Dessa forma, quando dizemos que a motivação é algo interno, erramos em dizer que alguém nos motiva ou desmotiva, pois ninguém é capaz de fazê-lo. Existem pessoas que pregam a automotivação, mas tal termo é erroneamente usado, já que a motivação é uma força intrínseca e o emprego desse prefixo deve ser descartado.
Repare e compare. Há um ano muita coisa era diferente. Seus colegas de área eram outros, seus fornecedores foram trocados, abriu um novo restaurante servindo no almoço, a marca do café é diferente, você concluiu um curso ou começou outro, o mercado está aquecido, a equipe aumentou. Veja... As coisas mudaram!
Sem que percebamos tudo ao nosso redor muda diariamente de maneira natural e isso não faz com que nos sintamos desafiados a todo o momento. São apenas mudanças. Isso ocorre também no mundo do trabalho. Porque sentimos medo ou resistimos às mudanças propostas? As mudanças causam medo por um simples motivo. Medo do desconhecido. É ancestral temer o que não conhecemos.


