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Família e empresa, duas organizações que muitas vezes se confundem num mesmo ente, e não se sabe onde uma começa e a outra termina. Uma realidade muito presente na sociedade brasileira, onde a grande maioria das empresas tem em sua constituição membros de uma mesma família. Por isso eu te pergunto: empresa familiar é bom ou é ruim?

Foco no ser humano. Esta é, ou pelo menos deveria ser, a prioridade dos profissionais da área de gestão de pessoas. O cuidado com o trato e a transparência nas relações de trabalho devem permear as atividades com o capital humano das empresas.

Muitas empresas sentem dificuldades na hora de estabelecer métricas para selecionar e recrutar, avaliar o desempenho dos colaboradores, medir o clima organizacional e criar planos de carreira. Todas as ações descritas acima envolvem a força motora, o patrimônio mais importante das empresas: o capital humano.

Fabiana Correa, no site da revista Você S/A, conta que nos últimos dez anos, as empresas vêm investindo em duas frentes quando o assunto é gestão de pessoas. Primeiro, querem ter um departamento de recursos humanos ativo, mais do que ter simplesmente uma área para processar a folha de pagamento. Segundo, estão implantando práticas de gestão para atrair e reter pessoas. Essas duas preocupações estão chegando às agências de publicidade, movimento que traz benefícios para todas as áreas do negócio e tem a ver como um jeito mais profissional de encarar a empresa.

O Método Quantum prega que o RH deve sim ter uma atuação mais estratégica nas empresas. Seja qual for a área de atuação, recrutar, treinar, desenvolver e reter talentos é fundamental para o sucesso das companhias. Ter a visão do todo e construir uma equipe vencedora é fundamental para empresas de todos os segmentos.

Neste ano, se forma a primeira turma de 37 gerentes da Talent, com sede em São Paulo, em um programa de desenvolvimento por meio de coaching para melhorar a capacidade de trabalhar em equipe e agir de acordo com as mudanças rápidas no mercado. O grupo faturou 871 milhões em 2008 e tem 250 funcionários entre São Paulo e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. “Os clientes ficaram muito grandes e as verbas também. Queremos gente com visão de negócios, e não mais fechada em seu departamento”, diz José Eustachio, sócio-diretor da Talent, que tem entre seus clientes o banco Santander e a Votorantim. Primeira em faturamento no país — com 4 bilhões de reais em 2008 — (,) a Young and Rubicam (Y&R) também está mudando a gestão dos funcionários. “Em 2009, montamos a espinha dorsal do departamento de recursos humanos na empresa, que vai orientar contratações no futuro”, diz Elise Passamani, diretora de RH do grupo Newcomm, de São Paulo, que engloba a Y&R e outras quatro agências.

A empresa instituiu um programa de mentores internos, fez a adequação de salários baseada em uma política de meritocracia e vem contratando gente que se inscreveu em seu site. O detalhe (ainda) é estender todo esse esquema para a área de criação, que está mudando, mas bem menos. “As contratações nessa área funcionam mais por indicação, é um pouco diferente de outros departamentos”, diz Elise. É possível, no entanto, que em algum tempo isso também mude. “A essência criativa tem que continuar, mas os publicitários de hoje precisam ter a visão da empresa com orçamento, lucro, receita”, diz José Eustachio.

Adotando essas práticas, as empresas acertarão mais na contratação do profissional. (Ou) Por indicação ou (no) por processo seletivo, sem a ferramenta comportamental é muito comum contratar pelo currículo e demitir pelo comportamento. É boa notícia das agencias de publicidade investirem no Rh mais inteligente e estratégico.

As mudanças fazem parte de um movimento de profissionalização. Um passo importante aconteceu em 2007, quando o fundo de investimentos Gávea comprou 10% do grupo de Nizan Guanaes, que passou a se chamar ABC e engloba as agências DM9, Africa, MPM, Loducca e BFerraz, entre outras. A entrada de um fundo de investimentos em uma empresa representa uma cobrança maior por resultados, o que geralmente leva a mudanças na gestão e governança.

Tanto que o próprio ABC está em um movimento para transformar a gestão de pessoas em suas agências. A boa notícia para os profissionais é que tudo isso abre oportunidades para quem quer fazer carreira na área. Um exemplo é o do paulistano Claudio Yamaguchi, de 27 anos, que foi contratado como supervisor de planejamento pela Y&R em 2008 por meio do banco de currículos no site da empresa. “Vejo a projeção da carreira que posso fazer aqui dentro”, diz Claudio.

Em vez de procurar apenas a criatividade, daqui pra frente as agências vão privilegiar quem tiver uma visão integrada do negócio.

Essa visão integrada vinda do profissional em busca de uma vaga pode ser identificada no momento da interpretação de mapa, por exemplo. Interpretação de mapa é o momento em que o Analista Quântico faz a leitura do gráfico extraído do resultado do Método Quantum. Momento de autoconhecimento para quem tem seu mapa interpretado e de certeza da escolha do profissional ideal para quem contrata. Recursos como a interpretação de mapa ou mesmo a avaliação 360 fazem a diferença na construção da equipe. São recursos assertivos que abreviam o tempo de resposta e reação. Esses processos devem ser práticas recorrentes nos RHs estratégicos e inteligentes.

Fazer do feedback um instrumento para otimizar a produtividade, qualificar metas e identificar quais comportamentos são os mais indicados para determinar cargos, um processo que irá aproximar as expectativas da empresa com as dos colaboradores.

O feedback é fundamento universal na gestão empresarial, uma ferramenta que possibilita o aprimoramento da liderança e a melhora da comunicação na equipe. Para um feedback ser eficiente, uma das condições essenciais é que haja um ambiente de confiança entre líderes e liderados.

Em "Gestão de pessoas não é com o RH", o consultor José Luiz Bichuetti não é provocativo apenas no título. O autor reserva uma boa dose de crítica para abordar o tratamento das relações humanas e hierárquicas oferecido hoje nas empresas.

A primeira conclusão é incontestável e amplamente aceita no mundo corporativo: as pessoas são a alma do negócio e as responsáveis pelo êxito das companhias. Muitas empresas, porém, só se dão conta quando adquiriram o status de "lugar nada bom para trabalhar" ou perderam posição de mercado.

Pesquisa realizada pelo Programa de Estudos em Gestão de Pessoas da Fundação Instituto de Administração constatou os cinco principais desafios para o setor de recursos humanos até 2015: alinhar a estratégia de gestão de pessoas às estratégias de negócio; alinhar as pessoas, desempenho e competências humanas às estratégias de negócio; o desenvolvimento e a capacitação dos gestores; reter os atuais talentos e os potenciais; buscar o comprometimento da alta direção com gestão de pessoas.


O estudo, que entrevistou especialistas no tema, acadêmicos, consultores e profissionais de grandes empresas, também indicou as principais tendências de gestão para esse período. 31,9% dos gestores de RH entrevistados pela pesquisa se concentrarão em gestão de talentos; 18,1% em avaliação de resultados em gestão de pessoas; 11,1% em gestão estratégica de pessoas; 8,3% em gestão de conhecimento e aprendizagem organizacional, e 8,3% em gestão de pessoas e a integração de novas gerações no trabalho.

Para o professor doutor André Fischer, autor do estudo, nos próximos anos haverá uma inversão no mercado de trabalho. “O desenvolvimento de infraestrutura no país nos próximos cinco anos com o PAC, pré-sal, eventos esportivos internacionais, por exemplo, demandará uma grande quantidade de profissionais altamente capacitados e essa pesquisa confirma que trabalhar a gestão de talentos será fundamental para as empresas”, completa o acadêmico.

Texto original publicado no site da revista Galileu.

Amigos quânticos, o assunto desta semana promete bastante discussão. Afinal, o alto A consegue conviver com outro na mesma equipe de trabalho? Pelo teste comportamental do Método Quantum, a letra A corresponde à emoção primária dos seres humanos referente à ação, que diz sobre o estilo de liderança das pessoas. Um “alto A” exerce a liderança de forma proativa, adora desafios e é daqueles que bate no peito e diz: “deixa comigo!”.

Ele é extremamente importante numa equipe por ser quem aponta caminhos para os outros seguirem. Dá as ordens, mantém o espírito competitivo e busca os resultados.

E se na mesma equipe dois “altos As” começam a disputar o posto mais alto da empresa? Gerência, chefia, diretoria... Entram em cena as outras habilidades das emoções primárias como a comunicação, estabilidade e regras. As necessidades da empresa irão definir naturalmente o perfil mais apropriado.

Duas pessoas com esse perfil conseguem sim conviver na mesma equipe se um ceder, isto é, reconhecer no outro sua maior capacidade de liderar a equipe que ele próprio. Mas será que um bom “alto A”, competitivo por natureza, teria toda essa generosidade?

Colocar um tênis e ir praticar exercícios. Aparentemente não há nenhum problema nisso, mas na verdade não é bem assim. Antes de suar a camisa, são precisos alguns cuidados. Um dos mais importantes é procurar um médico para uma avaliação do condicionamento físico. Isso porque, embora os benefícios da prática de exercícios sejam inúmeros, iniciar uma atividade sem qualquer orientação pode ocasionar graves problemas de saúde e até a morte. No entanto, os riscos não devem servir de desculpa para justificar o sedentarismo. Com uma simples avaliação, pode-se descobrir o esporte e a intensidade de exercícios indicados para cada pessoa.

De acordo com a Associação Brasileira de Provedores de Outsourcing em Recursos Humanos (ABPO), até 2011 o mercado de terceirização de serviços em recursos humanos pode movimentar R$ 1,5 bilhão.

A terceirização dos processos de RH, chamado de outsourcing, é uma tendência mundial e já é realidade em aproximadamente 40% das empresas nos Estados Unidos, país pioneiro no assunto. “As empresas que decidem implementar este modelo tem mais tempo para se dedicar a outras coisas tão importantes quanto o RH, como a comunicação interna, decisões estratégicas e políticas organizacionais”, considera Rossana Ercole, psicóloga e headhunter da Global Network.

Com um mercado cada vez mais exigente e competitivo, as empresas precisam de ações inteligentes e que agreguem valor ao seu negócio. O outsourcing possibilita novas estratégias, já que ultrapassa os limites da automatização de processos. Além da redução de custos, há a melhora da produtividade e a terceirização pode ser considerada um avanço pelos funcionários se os processos forem conduzidos de forma transparente. “A empresa contratada para cuidar do RH deve ser especializada, entender as necessidades e atuar de acordo com os princípios e valores do contratante”, ressalta.

Rossana explica que a folha de pagamento — que é considerada a atividade mais onerosa da gestão de pessoas, principalmente devido às diversas leis trabalhistas existentes — é a área onde o outsourcing mais cresce. As áreas de recrutamento e seleção e o treinamento de pessoas também estão conquistando cada vez mais espaço. “Muitas vezes os custos de um processo de seleção podem ser altos para a empresa e não darem o retorno esperado. A terceirização traz profissionais capacitados, com aperfeiçoamento contínuo e que podem trazer mais benefícios”, esclarece.

A headhunter enfatiza ainda que os profissionais de empresas especializadas em outsourcing conseguem se focar na busca e gestão de talentos, no desenvolvimento de lideranças e conseguem utilizar de forma eficaz todas as ferramentas existentes. “Tempo é dinheiro e quando uma atividade é desenvolvida por alguém que trabalha especificamente com isso, os resultados são mais rápidos. Com a redução de custos na área de recursos humanos, os investimentos podem ser direcionados para outras prioridades”, acrescenta.

É importante lembrar que a cultura das organizações tem mudado e os funcionários são vistos como a alavanca para o sucesso do negócio. “Implementar o outsourcing é uma solução eficaz para os desafios da gestão de pessoas. As empresas especializadas como a Global Network garantem uma atuação com ética e sigilo sobre as estratégias da contratante, consideradas as características mais exigidas neste mercado”, finaliza.

Texto publicado no site Mais RH.

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