Empresas de diferentes portes parecem ter um problema em comum difícil de resolver: os ruídos da comunicação interna. Muitas investem fortunas em empresas terceirizadas, outras simplesmente deixam reinar o caos. O maior desafio delas é que não há uma fórmula de sucesso que possa servir de exemplo para as demais empresas.
O modo de comunicar das empresas está diretamente ligado à cultura organizacional. Em umas, a comunicação oral é mais presente, em outras, a formalização pela escrita é a mais praticada. Há, porém, aquelas em que a comunicação é inexistente, fazendo com que a empresa se transforme em pequenos núcleos independentes, isto é, não funciona.
Sendo a comunicação interna ponto de muitos entraves, o Quantum Corporate, área do Grupo Quantum responsável pela comercialização do Método Quantum, elaborou cinco dicas para melhorar a comunicação interna da sua empresa:
1 – Estruture processos - construa um manual a ser seguido com tópicos principais para servir de modelo para novos projetos. Esta dica ajuda na hora de delegar funções e cobrar tarefas;
2 – Combata a fofoca - mantenha canais abertos de comunicação entre chefes e subordinados para evitar que boatos ganhem força dentro da empresa;
3 – Estimule a comunicação oficial - estipule um canal (e-mail, folheto, intranet) onde a presidência e a diretoria possam informar os comunicados e decisões;
4 – Pratique a comunicação nas redes sociais – crie políticas claras e transparentes aos colaboradores sobre o uso de redes sociais e estimule-os a falar bem da empresa;
5 – Deixe à vista de todos uma caixa para recados – bilhetes anônimos podem dar sugestões interessantes de melhorias na comunicação interna e estimula os tímidos a darem sua contribuição.
As dicas sugeridas são um caminho para ajudar sua empresa a melhorar a comunicação interna e por seguinte, o clima organizacional e a capacidade produtiva da organização. Para saber mais como a Quantum Corporate pode auxiliar a sua empresa, entre em contato pelo telefone (11) 3709-3388.
O maior ativo das organizações são os pontos fortes dos seus colaboradores. Principalmente se estes são manifestados nas posições certas. Porém, esses ativos muitas vezes não são bem compreendidos, nem gerenciados.
Entendemos como pontos fortes, o conjunto de talentos, conhecimentos, habilidades e experiências que propiciam o ótimo funcionamento e desempenho diferenciado. Dentro desta equação é importante conceituar o termo “talento”:
Um alto E na internet
Publicado em Crônicas do Método QuantumTinha algumas dúvidas se com a chegada da internet, mais precisamente com a Web 2.0, o indivíduo alto E pudesse estar em extinção. Explico: pelo Método Quantum, que avalia tendências comportamentais, o alto E é dito como um sujeito estável, um cumpridor de tarefas “no seu tempo”. Leitor assíduo de manual de instrução e bulas de remédios, o alto E geralmente é um cara metódico, mas não um chato. Tem o senso de compromisso, mas prefere uma rotina a desafios diários.
Voltando à internet, hoje é praticamente impossível manter uma única página aberta. São links, vídeos, ferramentas de redes sociais, mensagens instantâneas, tudo piscando ao mesmo tempo. Imagino eu, o alto E diante dessa realidade. De duas uma: ou ele deve calmamente ler tudo de uma página e só depois voltar ao link que desejava clicar para saber mais, ou baixar seu E para usar a internet de modo mais dinâmico.
Será que é assim mesmo? Os altos Es, por favor, contribuam com essa dúvida? A internet deve ser o ambiente em que eles mais praticam a flexibilidade, porque diante de tantos caminhos e opções de uso, o alto e o baixo E tornam-se praticamente os mesmos. Pelo menos essa é a minha suspeita.
Será mesmo?
Você é flexível?
Publicado em Destaques diversosO termo “resiliência” vem da física, definido como: capacidade de um objeto absorver a pressão e, quando cessada a pressão, voltar à sua forma original. É possível medir a resiliência no comportamento humano. Lidar com pressões e situações difíceis, sem prejudicar sua saúde física e equilíbrio emocional é uma tarefa diária.
Quando nossa percepção é clara, somos capazes de ver as coisas como realmente são e lidar com elas de modo adequado, equilibrado, seguro e flexível. Quando perdemos essa clareza e nossas percepções tornam-se confusas, sentimos a tensão e reagimos de forma conturbada.
Gestão de pessoas é um tema que ocupa e preocupa as organizações desde os meados da década de 1980, ao ser considerada um diferencial que impacta a imagem da organização no mercado. No mundo globalizado, empresas e profissionais vivem em intensa competição e a busca por resultados está no cotidiano de ambos. Produtos são copiados no dia seguinte de seu lançamento, a tecnologia se dissemina rapidamente, cresce a oferta de menores preços e há mais conveniências.
Com a palavra, a Autora
Publicado em NotíciasTangibilidade: pondo a mão nos resultados
Ao longo de nove anos, trabalhei com John Grinder e Carmen B Saint Clair pela Quantum Leap, Inc. John, com seu imenso background em criação e gestão prática da PNL, Programação Neurolinguística, desenvolveu uma tecnologia de mudanças organizacionais esperta, madura, rápida e muito interessante.
A despeito da "americanice" que programas gerenciais acabam apresentando, aprendi naquela oportunidade a ter olhos de ver.
Curioso e inquieto
Publicado em Destaques Quantum LabDesde que nascemos, nós, seres humanos, somos curiosos. A curiosidade é um instinto inato que contribui para o desenvolvimento e para adaptação do animal no meio ambiente, é um desejo de conhecermos e vermos coisas que até então eram desconhecidas. Fonte de energia, a indagação rege a vida e a sociedade, alimenta o homem e dá significado à nossa existência terrestre.
A exploração, a investigação e o aprendizado fazem parte deste processo de descobertas. Ele, geralmente, se inicia na forma de uma pergunta inquietante, que vai tomando cada vez mais espaço nos nossos pensamentos, fazendo com que formemos hipóteses. Logo mais nos vemos observando e explorando o seu significado e a sua significância, o que se transforma numa investigação, onde pesquisamos e vamos atrás de respostas para nossas dúvidas. Por fim, o conhecimento adquirido durante a busca destas respostas e, as respostas propriamente ditas, se somam aos nossos conhecimentos prévios, gerando um novo aprendizado.
Desta forma, tendo a curiosidade como fonte essencial para o conhecimento, a pesquisa surge desde os primórdios da humanidade. O fogo, a escrita, a matemática, a astrologia, a medicina, entre outras descobertas, nos permite sermos o que somos hoje, assim como as novas pesquisas sobre medicina, tecnologia, engenharia, astronomia, psicologia, entre tantas outras, que nos dão uma direção do que podemos vir a ser.
A pesquisa científica, da mesma forma que a curiosidade natural, passa por um processo de exploração, investigação e aprendizado constante e ininterrupto. Por isso, nós do Laboratório Quantum, curiosos que somos, procuramos desenvolver projetos que visam novas descobertas nos campos do comportamento humano e das relações. Inquietos, procuramos por novas possibilidades e conhecimentos, dando vida e longevidade ao Método Quantum.
"A alegria que se tem em pensar e aprender faz-nos pensar e aprender ainda mais."
(Aristóteles)
Por Natália Guimarães Leardini
Pesquisa científica retrata os estilos de ação dos rotaractianos no Brasil demonstrando o perfil comportamental desses jovens.
No início dos anos 60, Rotary Clubs de todo o mundo começaram a patrocinar grupos de jovens universitários por atividades sociais e serviços prestados à comunidade. Em 1968, reconhecendo a importância dessas atividades, o conselho diretor e o presidente do Rotary International (RI) em 1967-68, Luther Hodges, aprovaram o Rotaract como um programa oficial do RI. O primeiro clube a ser admitido oficialmente foi o Rotaract Club de North Charlotte, na Carolina do Norte, EUA.
Depois de várias décadas, o Rotaract tornou-se uma dinâmica associação internacional de clubes de prestação de serviços, presente em 120 países e áreas geográficas, com mais de 130.000 sócios em 6.000 clubes. O quadro social dos Rotaract Clubs é integrado por jovens de ambos os sexos, de 18 a 30 anos, interessados em servir suas comunidades, ampliar suas amizades e contatos profissionais, além de aprimorar seu entendimento do mundo.
O Rotary International é uma organização internacional de prestação de serviços integrada por líderes empresários e profissionais de ambos os sexos, com 28.000 Rotary Clubs e mais de 1,2 milhão de sócios em todo o mundo. Cada Rotaract Club é patrocinado por um Rotary Club local. Esse patrocínio deve-se à convicção do Rotary de que os jovens devem interessar-se pela vida comunitária e ter oportunidades de desenvolvimento profissional.
Os Rotaract Clubs implementam uma variedade de projetos e atividades, dependendo principalmente do interesse dos seus sócios. Há, entretanto, três tipos de atividades que todos os clubes devem programar: desenvolvimento profissional, desenvolvimento de liderança e projetos de prestação de serviços. Atividades nessas três áreas asseguram um programa equilibrado, bem como oportunidades para o desenvolvimento pessoal de cada sócio.
CONARC 2009
Formado por jovens de 18 a 30 anos, o evento teve como objetivo principal a formação de lideranças, projetos para o novo ano e a apresentação de resultados alcançados.
No Brasil, todos os anos no mês de janeiro esses jovens se reúnem para receber treinamentos, definir estratégias, ações do Rotaract no Brasil para o próximo ano e conferir os resultados alcançados no ano anterior.
A XXXV Conferência Multidistrital de Rotaract Club foi realizada na cidade Guarulhos, próximo à cidade de São Paulo, com o tema “Um olhar para o futuro”. A equipe organizadora tinha como meta conscientizar os participantes da importância da educação como propulsora do desenvolvimento pessoal e profissional de cada um.
Durante os dias 21, 22, 23, 24 e 25 de janeiro foram realizadas palestras ministradas por profissionais renomados nos temas educação ambiental, financeira e política, fóruns de debates sobre o futuro da juventude e os caminhos para alcançar o sucesso.
Com a visão de futuro e com uma proposta de educação baseada em autoconhecimento, o Grupo Quantum, por meio de seu laboratório de pesquisa, ofereceu apoio cientifico a CONARC mapeando os jovens participantes que tiveram a oportunidade de preencher o Método Quantum, teste que mapeia as tendências comportamentais e identifica os principais estilos referentes à ação, comunicação, estabilidade e ao posicionamento perante referenciais.
O Método Quantum, ferramenta desenvolvida pela Dra Claudia Riecken, proporcionou o autoconhecimento para os participantes e permitiu a visão panorâmica da formação pessoal deste grupo. Mais de 100 jovens tiveram acesso ao seu perfil comportamental e agora podem fazer desta consciência e aprendizado um aliado para obter sucesso na vida pessoal e profissional.
O objetivo em mapear os jovens do Rotaract era conhecer as tendências comportamentais dos integrantes rotaractianos do Brasil presentes no evento CONARC, por meio do Método Quantum de modo a contribuir com o desenvolvimento dos jovens e analisar as prováveis contribuições em relação à formação que o Rotary dá a eles. A ideia desta pesquisa não é segmentar por atividade, idade, sexo, região ou qualquer outro tipo de classificação. A proposta é uma descrição ampla sobre o comportamento dos rotaractianos e suas motivações subjetivas, emocionais e internas identificadas de forma objetiva.
Esta pesquisa foi feita exclusivamente para o jovem rotaractiano e não se aplica a avaliar ou cruzar dados referentes aos demais jovens não rotaractianos.
Os testes foram analisados por meio de tabulação de dados que demonstraram como se apresentavam os fatores puros A (ação), C (comunicação), E (estabilidade), R (referência).
O Método Quantum avaliou o comportamento dos jovens em três situações: self, como o indivíduo age e reage naturalmente ao meio; contexto profissional, como o indivíduo reage em função da expectativa do meio sobre ele; interação, como o indivíduo desenvolve mecanismos para lidar com a demanda do meio, buscando adequação.
A atribuição de valores (alto, baixo e médio) para cada fator é uma demarcação em relação a uma linha média de respostas baseadas nas métricas da população brasileira. Estes valores indicam características diferentes do comportamento e não significam nenhum tipo de juízo de valor (melhor ou pior), apenas retrata o momento pelo qual passa o sujeito de pesquisa.
O Método Quantum é uma ferramenta que auxilia as pessoas a reconhecerem seu comportamento e suas atitudes no cotidiano profissional e pessoal e se torna uma ferramenta importante para mapear equipes, empresas e populações específicas, como os jovens do Rotaract, por exemplo.
Os resultados são categóricos: em sua natureza self (comportamentos apresentados nos momentos de conforto do sujeito de pesquisa), 46% dos jovens mapeados possuem estilo de ação (dominância) representado pelo “alto A” no mapa quântico, ou seja, são pessoas que tomam iniciativas e assumem riscos. 48% dos jovens possuem o “baixo A” em seu mapa Quantum. São pessoas mais democráticas e que buscam uma liderança compartilhada. 66% dos pesquisados possuem o “alto C”, estilo de ação mais persuasivo, comunicativo e envolvente. 24% dos jovens possuem o “baixo C”, estilo mais conteudista e introspectivo. No que se refere ao fator “E” do mapa Quantum, fator que indica a velocidade com que o sujeito de pesquisa imprime aos processos, 44% apresentam o “alto E”, ou seja, executam uma tarefa por vez, preferem metas mais largas e não gostam de atuar sob pressão. 49% possuem o “baixo E”, pois gostam de executar várias tarefas ao mesmo tempo, são mais impacientes e priorizam bem suas atividades. No último fator da natureza self dos pesquisados, o fator “R”, 42% têm “alto R”. São pessoas que necessitam de ambientes estruturados, são especialistas e detalhistas. 44% possuem o “baixo R”. São pessoas criativas, mais generalistas.
É importante lembrar que a natureza self apresenta os comportamentos que os pesquisados têm nos seus momentos de conforto, em momentos de descontração, durante os quais podem ser e agir conforme sua maneira natural.
No segundo gráfico apresentado pelo mapa Quantum que mostra contexto profissional, essas porcentagens mudam. Este gráfico apresenta como o sujeito de pesquisa age no seu ambiente profissional. Fica bastante clara a necessidade percebida, pelos pesquisados, em imprimir mais velocidade aos processos e ter ações mais proativas. 55% possuem o “alto A”, 33% possuem “baixo A”, 64% têm em seu mapa o “alto C”, 31% “baixo C”, 36% “alto E”, 56% “baixo E”, 48% “alto R” e 44% com “baixo R”.
Por último, o gráfico da integração no mapa Quantum apresenta características de comportamentodo individuo frente à capacidade de integrar suas próprias características àquelas solicitadas pelo ambiente.
Percebe-se que neste gráfico a leitura dos dados é parecida com a do contexto profissional, indicando que o comportamento integrado dos sujeitos de pesquisa corresponde a uma adequação à solicitação dos ambientes.
Esta informação nos faz questionar se os jovens sofrem uma mudança de comportamento por influência do meio. Pode-se pensar inclusive que essa influência venha da relação com o Rotary em função das fortes solicitações das atividades existentes na instituição.
A pesquisa constata que com o aumento do “alto A”, aumento do “alto C” (,) e aumento do “baixo E” o individuo manifesta um comportamento que o leva a ter atitudes mais proativas, ou seja, tomadas de decisão, persuasão, proximidade afetiva com as pessoas no estabelecimento das relações, versatilidade e agilidade na execução das múltiplas tarefas as quais se envolve.
Na integração, 54% têm “alto A”, 37% têm “baixo A”, 71% possui o “alto C”, 22% “baixo C”, 42% “alto E”, 55% “baixo E” e 47% com “alto R” e 40% “baixo R”.
Os resultados da pesquisa apontam que o estilo de decisão predominante no grupo analisado é o de correr risco, ou seja, uma postura de enfrentamento direto e objetivo em relação às situações. A pesquisa ainda aponta que entre resultados, orientação para as atitudes são as voltadas às pessoas, ao relacionamento interpessoal. Supõe-se que estas características estejam relacionadas às condições favoráveis do meio social em que vivem os rotaractianos em decorrência do Rotary e de suas ações junto à comunidade.
O Método Quantum mostra também aspectos como o aproveitamento de potencial dos sujeitos de pesquisa. Neste quesito, os pesquisados apresentaram um estilo sobrecarregado, demonstrando que o sujeito de pesquisa encontra-se com excesso de afazeres, mas conseguindo desempenhar suas atividades, o que pode ser compreensível em função da própria idade do jovem, em função de estudo, trabalho, família, lazer e ainda as atividades do Rotaract. Fica a reflexão: como este jovem consegue lidar com todas as tarefas?
Com a pesquisa feita, podemos retratar o momento atual dos rotaractianos do Brasil, independentemente de qualquer outra classificação pessoal ou profissional. Este é o retrato científico sobre o perfil comportamental desses jovens.
A proposta da pesquisa feita não é discutir questões de personalidade, educação, formação, cultura ou qualquer outro elemento que esteja ligado ao comportamento. A ideia é mapear essencialmente o perfil comportamental por meio das respostas obtidas no teste Método Quantum e refletir sobre as possibilidades de interferências do Rotary sobre a formação dos jovens.
Cientes de que as pessoas mudam o comportamento em função de contextos e circunstâncias às quais são expostas, a intenção deste estudo foi retratar o momento para reflexão sobre o perfil do comportamento do rotaractiano e a importância do papel do Rotary como agente de desenvolvimento de liderança.
Ficam evidentes as mudanças que alteram as características dos mapeados, que se tornaram pessoas mais proativas, comunicativas, afetivas e versáteis, correspondendo, de certa forma, à solicitação do meio ambiente universal, que deseja que as pessoas apreendam e desenvolvam com mais qualidade e rapidez suas tarefas.
O Grupo Quantum faz o mapeamento dos jovens do Rotaract desde 2007, onde foram feitos grupos, controle e análises de equipes de jovens, com o objetivo de orientar o desenvolvimento dos mesmos.
Por Ana Maria Canzonieri
É coisa de “alto E”
Publicado em Crônicas do Método QuantumEsse é o pensamento que rege os amáveis “altos Es”... nada de atropelos. Uma coisa de cada vez, sim! Por que não?
Você já ouviu aí no seu ambiente de trabalho: “vamos por partes”? Verifique o mapa Quantum deste parceiro de trabalho. Com certeza você vai encontrar o fator “Estabilidade” acima da linha média no gráfico Self.
Sempre gosto de lembrar que possuir um fator abaixo ou acima da linha média no mapa Quantum não significa ser bom ou ruim, estar melhor ou pior. Não é este o juízo de valor. Significa uma medida, uma fotografia do seu momento. Uma reação aos estímulos.
No caso das pessoas com o alto E, o estilo cadenciado e contemplativo é bem peculiar. Conhece alguém que trava sob pressão? Se sim... um legítimo alto E.
Alto E gosta de pescar, de pintar, contemplar...
“Alto E” fazendo churrasco: lista os tipos de carne, faz as compras, separa.
Outro dia conversávamos sobre o semáforo do trânsito. Você acelera ao ver o sinal amarelo ou pára o carro? O “alto E” pára. Claro... o mundo não vai acabar na quarta-feira. Para que tanta pressa? Mas se engana aquele que acha que “alto E” é lento ou trava processos. Pelo contrário. Estabelece prioridades, organiza o dia com começo, meio e fim e entrega suas responsabilidades em dia.
Tendem a ser menos estressados. Não adianta gritar com o pé de feijão... ele tem seu tempo para crescer!
O RH inteligente
Publicado em Destaques Quantum PrimeFabiana Correa, no site da revista Você S/A, conta que nos últimos dez anos, as empresas vêm investindo em duas frentes quando o assunto é gestão de pessoas. Primeiro, querem ter um departamento de recursos humanos ativo, mais do que ter simplesmente uma área para processar a folha de pagamento. Segundo, estão implantando práticas de gestão para atrair e reter pessoas. Essas duas preocupações estão chegando às agências de publicidade, movimento que traz benefícios para todas as áreas do negócio e tem a ver como um jeito mais profissional de encarar a empresa.
O Método Quantum prega que o RH deve sim ter uma atuação mais estratégica nas empresas. Seja qual for a área de atuação, recrutar, treinar, desenvolver e reter talentos é fundamental para o sucesso das companhias. Ter a visão do todo e construir uma equipe vencedora é fundamental para empresas de todos os segmentos.
Neste ano, se forma a primeira turma de 37 gerentes da Talent, com sede em São Paulo, em um programa de desenvolvimento por meio de coaching para melhorar a capacidade de trabalhar em equipe e agir de acordo com as mudanças rápidas no mercado. O grupo faturou 871 milhões em 2008 e tem 250 funcionários entre São Paulo e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. “Os clientes ficaram muito grandes e as verbas também. Queremos gente com visão de negócios, e não mais fechada em seu departamento”, diz José Eustachio, sócio-diretor da Talent, que tem entre seus clientes o banco Santander e a Votorantim. Primeira em faturamento no país — com 4 bilhões de reais em 2008 — (,) a Young and Rubicam (Y&R) também está mudando a gestão dos funcionários. “Em 2009, montamos a espinha dorsal do departamento de recursos humanos na empresa, que vai orientar contratações no futuro”, diz Elise Passamani, diretora de RH do grupo Newcomm, de São Paulo, que engloba a Y&R e outras quatro agências.
A empresa instituiu um programa de mentores internos, fez a adequação de salários baseada em uma política de meritocracia e vem contratando gente que se inscreveu em seu site. O detalhe (ainda) é estender todo esse esquema para a área de criação, que está mudando, mas bem menos. “As contratações nessa área funcionam mais por indicação, é um pouco diferente de outros departamentos”, diz Elise. É possível, no entanto, que em algum tempo isso também mude. “A essência criativa tem que continuar, mas os publicitários de hoje precisam ter a visão da empresa com orçamento, lucro, receita”, diz José Eustachio.
Adotando essas práticas, as empresas acertarão mais na contratação do profissional. (Ou) Por indicação ou (no) por processo seletivo, sem a ferramenta comportamental é muito comum contratar pelo currículo e demitir pelo comportamento. É boa notícia das agencias de publicidade investirem no Rh mais inteligente e estratégico.
As mudanças fazem parte de um movimento de profissionalização. Um passo importante aconteceu em 2007, quando o fundo de investimentos Gávea comprou 10% do grupo de Nizan Guanaes, que passou a se chamar ABC e engloba as agências DM9, Africa, MPM, Loducca e BFerraz, entre outras. A entrada de um fundo de investimentos em uma empresa representa uma cobrança maior por resultados, o que geralmente leva a mudanças na gestão e governança.
Tanto que o próprio ABC está em um movimento para transformar a gestão de pessoas em suas agências. A boa notícia para os profissionais é que tudo isso abre oportunidades para quem quer fazer carreira na área. Um exemplo é o do paulistano Claudio Yamaguchi, de 27 anos, que foi contratado como supervisor de planejamento pela Y&R em 2008 por meio do banco de currículos no site da empresa. “Vejo a projeção da carreira que posso fazer aqui dentro”, diz Claudio.
Em vez de procurar apenas a criatividade, daqui pra frente as agências vão privilegiar quem tiver uma visão integrada do negócio.
Essa visão integrada vinda do profissional em busca de uma vaga pode ser identificada no momento da interpretação de mapa, por exemplo. Interpretação de mapa é o momento em que o Analista Quântico faz a leitura do gráfico extraído do resultado do Método Quantum. Momento de autoconhecimento para quem tem seu mapa interpretado e de certeza da escolha do profissional ideal para quem contrata. Recursos como a interpretação de mapa ou mesmo a avaliação 360 fazem a diferença na construção da equipe. São recursos assertivos que abreviam o tempo de resposta e reação. Esses processos devem ser práticas recorrentes nos RHs estratégicos e inteligentes.


