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Conheça dicas e informações que vão mudar para melhor, o seu jeito de empreender.

Investidor anjo: apostar em novas empresas envolve riscos e boas taxas de retorno

Executivos de sucesso, com uma bagagem sólida do mercado, uma quantia razoável para investir e dispostos a correr riscos. Este é o perfil do investidor anjo, que aposta nas empresas iniciantes, conhecidas como startups, como forma de diversificar os investimentos e garantir um retorno futuro.

Para quem tem as características mas ainda não conhece este tipo de investimento, procurar por grupos de "investidores anjo" é um bom caminho.

Ainda é comum que algumas empresas desconheçam o que é o assessment e a utilidade desta ferramenta para a gestão de pessoas. Abaixo, listamos alguns motivos que reforçam a importância do mapeamento do perfil comportamental das equipes, que é o que significa o termo assessment. Em geral, ele permite um melhor conhecimento sobre quem são os colaboradores que trabalham para a sua empresa, descobre os talentos da equipe e, com as informações obtidas, tem-se um ponto de partida para o desenvolvimento de capacidades específicas. Veja outros benefícios:

- Mapeamento de líderes: descobrir, nos mais diferentes níveis de organização, os perfis mais preparados para exercer uma função de forma eficaz e que estimulem seus liderados a desenvolver potencial, orientando-os para resultados efetivos e rápidos.

- Detectar os potenciais da empresa: o assessment permite identificar os talentos dos colaboradores, ajudando a trazer mais produtividade para as empresas.

- Em momentos de baixo desempenho: identificar pessoas e processos que estão dificultando a obtenção dos objetivos e entender os problemas para saná-los.

- Trainees: o assessment ajuda a apontar quais trainees possuem o perfil comportamental mais adequado à cultura da empresa.

- Transição de carreira: profissionais qualificados tecnicamente podem estar em iguais condições para assumir um novo cargo, mas qual deles possui o perfil ideal para aquela promoção? O assessment ajuda a resolver esta questão.

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Mulheres dominam perfil do Empreendedor Individual

Dados da Pesquisa de Perfil do Empreendedor Individual, realizada pelo Sebrae com base em entrevistas com 10.585 empreendedores individuais (EI) em todas as unidades da federação, mostram que a participação das mulheres e dos jovens é maior nesta categoria do que no segmento de microempresas.

Com tanta informação disponível e acessível, a tecnologia responsável pelas características de um produto acabado, ou em seu processo de manufatura, não é mais um segredo que se mantenha por muito tempo. O que você lança hoje no mercado com uma “tecnologia de ponta”, seu concorrente pode fazer igual ou melhor em pouco tempo. Então o que vai diferenciar as empresas, o que vai diferenciar um produto ou serviço? A resposta é simples: as pessoas! Uma empresa não é feita apenas de estrutura física, processos, campanhas de marketing e análises financeiras. Ela é feita fundamentalmente de pessoas, seus valores, suas expectativas e atitudes.

Montar uma equipe vencedora pode representar a chave do sucesso. Mas antes de contratar, saiba exatamente quais competências técnicas, comportamentais e emocionais são fundamentais para o seu negócio dar certo.

Família e empresa, duas organizações que muitas vezes se confundem num mesmo ente, e não se sabe onde uma começa e a outra termina. Uma realidade muito presente na sociedade brasileira, onde a grande maioria das empresas tem em sua constituição membros de uma mesma família. Por isso eu te pergunto: empresa familiar é bom ou é ruim?

Conseguir se comunicar claramente com o negócio, e não apenas com o fornecedor, é imprescindível para uma terceirização funcionar.

A terceirização é uma prática consolidada no Brasil. Mas estas são contratantes no país,  e não estabelecem relacionamentos para reforçar um trabalho de médio e/ou longo prazo com as provedoras, o que pode vir a frustrar não apenas a área de tecnologia da informação (TI), mas o negócio como um todo.

Enquanto algumas instituições bancárias recebem elogios dos consumidores, companhias de telefonia celular aparecem entre as campeãs de insatisfação.

Saber ouvir, ironicamente, não é uma característica das operadoras de telefonia. Essas empresas estão entre as piores companhias em atendimento ao consumidor, segundo pesquisa elaborada em parceria entre EXAME e o Instituto Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC).

O Brasil é o terceiro país no mundo com maior escassez de talentos, indicou uma pesquisa divulgada recentemente por uma consultoria.

Em um levantamento realizado pela consultoria de recursos humanos Manpower, 57% dos empregadores disseram estar tendo dificuldades de preencher suas vagas, principalmente por conta da falta de qualificação da mão de obra.

Na futura sede de eventos globais como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, a falta de talento afeta principalmente os empregos técnicos, na área de engenharia e em funções como motoristas, operários e operadores de produção.

É a proporção mais elevada registrada no hemisfério ocidental. Só o Japão, onde o envelhecimento da população tem o já notório efeito de reduzir a mão de obra disponível, e a Índia, um pólo de grande atividade econômica emergente, têm percentuais maiores que o Brasil: 80% e 67%, respectivamente.

"A classe média do país está crescendo rapidamente, elevando a demanda doméstica por mercadorias e serviços, e, no entanto, empregadores estão tendo dificuldades de acompanhar as projeções de crescimento dos Bric", avalia o relatório.

"Este país multicultural precisa se vender de maneira mais eficiente a fim de atrair talentos estrangeiros".

A situação contrasta com a de muitos países europeus que ainda sofrem com os efeitos da crise econômica, como Polônia, Irlanda, Noruega, Espanha e Reino Unido.

Em termos globais, 34% dos empregadores disseram estar tendo dificuldades em preencher posições por causa da falta de talento disponível.

É uma tendência crescente, mas ainda abaixo dos níveis registrados em 2006-07, período de forte aquecimento da economia global, quando mais de 40% das companhias disseram ter dificuldades de preencher suas vagas.

"Enquanto a desaceleração econômica global pode ter mascarado a escassez de talentos por muitos anos, a recuperação global evidenciou a tensão gerada por essa escassez, na medida em que as organizações que cortaram quadros descobrem que precisam de mais pessoas qualificadas para seguir adiante e viabilizar a sua estratégia de negócios", apontou o relatório.

Explicações

A pesquisa ouviu quase 40 mil empregadores em 39 países, nos primeiros três meses deste ano.

Para os empregadores, a principal razão das dificuldades em preencher vagas de trabalho é a falta de experiência dos candidatos – mencionada por 28% deles. A pura e simples ausência deles é a razão que vem em seguida (24% de menções).

Entre outros motivos mais citados, estão ainda a falta de conhecimentos técnicos básicos e específicos da função (22%) e a falta de conhecimento sobre a área de atuação ou qualificação formal da indústria (15%).

O relatório afirmou que a região das Américas é a mais problemática para os empregadores que precisam preencher vagas de trabalho. A média regional de escassez de talento é de 37%, acima da mundial.

A região carece de técnicos, representantes comerciais, trabalhadores qualificados e com conhecimento na sua indústria, engenheiros e pessoal de apoio para cargos secretariais e de assistente.

Com 57% mensurado, o Brasil é o país onde há proporcionalmente mais empregadores com dificuldades de preencher vagas, seguido de longe pelos EUA (52%) e a Argentina (51%).

Apesar de também estar vivendo um período de forte expansão econômica, o Peru é o país da região onde os empregadores disseram estar tendo menos dificuldades de preencher vagas (apenas 10% disseram ter problemas).

Os problemas que os empregadores da região mencionaram como obstáculos para encontrar pessoal são semelhantes aos verificados globalmente, mas em proporção maior: falta de experiência dos candidatos (32%), falta de habilidades básicas e conhecimentos específicos do trabalho (24%), falta de candidatos (23%) e falta de conhecimento sobre a área de atuação ou qualificação formal da indústria (21%).

Texto originalmente publicado no site do BBC Brasil.

A primeira vez que eu ouvi o nome Donald Trump foi em 2001, quando estava no terceiro período de Administração de Empresas, na aula de Planejamento estratégico, durante a qual o professor elucidou alguns feitos por Trump.

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